As mãos ainda tremem e se torna impossível de conter as lágrimas. Passou o primeiro mês desde a despedida de meu filho querido. Ainda sinto a revolta, a dor que se espalha por todo meu corpo, o desespero de gritar e implorar para que o tempo volte atrás para ver seu rosto uma última vez.
Se existe algo difícil de entender, é um filho falecer antes de seu pai. Eu queria tanto que ele vivesse e que concretizasse seus sonhos, que conquistasse os objetivos que tinha traçado. Se pudesse, eu partiria no lugar dele porque ele foi cedo demais, porque foi injusto tudo ter terminado tão repentinamente.
Nada nem ninguém pode curar as feridas da sua ausência. O tempo pode passar, mas há acontecimentos impossíveis de apagar. Hoje me agarro as recordações boas dos momentos que vivemos juntos para conseguir erguer a cabeça, mas é difícil ter que enfrentar a vida sabendo que não tenho ao meu lado o bem mais precioso desse mundo.
Passou rápido este primeiro mês sem você, amiga. Entre a dor e a saudade, ainda me vou habituando à triste realidade da sua ausência. Sinto falta das risadas que dávamos, das conversas sem fim e de saber que tinha aquele ombro amigo sempre que precisava. Um pouco do meu mundo partiu junto com você e eu não sei mais o que fazer para que minha tristeza vá embora.
Já não tenho comigo a pessoa que me entendia como ninguém, já não está presente a amiga que sabia como me animar nos dias de desânimo. Você não merecia que sua vida fosse interrompida desse jeito. A saudade será eterna!
O primeiro dia foi duro, um dos mais infelizes da minha vida. A primeira semana, o primeiro mês: difíceis, terríveis. Faz hoje cinco meses que você se foi e a dor continua a ser grande, maior do que eu, maior do que o mundo.
Todos os instantes são de tristeza. Quando penso que consigo me erguer, logo regresso às lágrimas. Eu sei que será o tempo juntamente com o meu luto a resolver a falta que você me faz, contudo ainda não passaram meses suficientes.
Ainda acordo a chamar pelo seu nome. Ainda adormeço e sonho com você. Talvez vá demorar mais do que imaginaria. Talvez, não sei. Mas prometo me aguentar, lutar todos os dias e rezar por você, honrar e homenagear seu legado. Descanse em paz.
Estou há um mês a chorar sua despedida, a morte que chegou cedo demais e lhe roubou a vida. Um mês inteiro, trinta dias e trinta noites. Tio, não tem sido fácil, mas eu juro que vou recuperar, por mim e por você.
Algo em mim foi embora na hora que você partiu. Eu não sei explicar o quê, mas foi qualquer coisa alegre, feliz, colorida que existia em mim. Talvez com o tempo essa coisa volte, mas neste momento só me resta chorar.
Foi há um mês que passei por uma das situações mais difíceis da minha vida. Custou muito ver meu avô partir, saber que sua vida tinha chegado ao fim, a vida de um homem corajoso, amigo do seu amigo e com um coração do tamanho do mundo.
Os dias têm sido de consternação e muita saudade porque parece que foi ontem, as lágrimas, a angústia e a sensação de que tudo era mentira. Todas as pessoas que amavam meu avô sabem que ele é insubstituível e que nada mais será igual sem sua presença nas nossas vidas.
Restam as memórias porque são elas que nos tornam eternos, e ele deixou as lembranças mais lindas de momentos que valeram muito a pena serem vividos.
Não importa o tempo que passe, meu avô jamais será esquecido. Ele será para sempre a âncora, a luz e a proteção que faremos questão de ter por perto.
A minha avó já não está mais aqui fisicamente. Eu não a posso mais abraçar, sentir seu cheiro, escutar sua voz. Foi há um mês que ela deixou este mundo mais pobre e sem sentido. Vovó, descanse em paz.
Apesar de toda dor que estou sentindo eu acredito que vamos manter nossa ligação da mesma forma, forte e intensa. Estaremos sempre lado a lado, não fisicamente – é claro, mas de uma forma igualmente bela.
Será o amor o responsável pela nossa união eterna. Sempre foi. Prometo lutar todos os dias contra esta tristeza e matar a saudade com minha coragem e as nossas lembranças. Vovó, até um dia.
Hoje quero lembrar uma pessoa muito especial que partiu há um mês. Falo do meu tio, alguém que foi muito importante para mim e que merecia a eternidade pela sua generosidade e capacidade de transmitir alegria a quem fazia parte da sua vida.
A morte levou sua presença física, mas não será isso que me impedirá de recordar o homem que foi. Guardarei para sempre todas as lições que me ensinou, assim como os momentos de boa disposição vividos ao seu lado.
Não dá para calcular a dor que sinto desde que meu avô se foi, ou a saudade, ou a mágoa. Há um mês minha vida ficou mais pobre e o céu enriqueceu. Descanse em paz, vovô.
Tenho esperança que um dia vamos nos reencontrar, mas até esse momento chegar eu preciso erguer minha cabeça e continuar. Estarei aqui orando por você e lutando para sorrir de novo.
Lembro do meu avô todos os dias desde que ele se foi. Faz hoje 1 mês e é difícil aceitar que ele não está mais por perto, que não posso vê-lo quando sentir saudades.
Eu sei que esta era a hora de ele descansar e sei que eu preciso me acostumar, mas ele sempre foi um amigo para mim e dói muito saber que ele partiu.
Minha tia partiu há um mês e desde então, a saudade tem sido minha grande companheira. Sinto sua falta todos os dias e é muito difícil saber que não vou mais encontrá-la.
Tenho orado muito. Oro para que ela esteja em paz, pois ela foi uma mulher incrível que tocou a vida de muitas pessoas. Peço a Deus que a proteja a partir daqui.
Guardo nossas recordações com muito carinho, pois é tudo que tenho e levo no meu coração todo amor que sinto por ela.
Tia, me despeço de você com dor no coração. Esteja em paz e descanse.
Eu sei o que é sofrer por não estar perto, por sentir saudade desde o amanhecer até cair no sono. Eu sei quão intenso pode ser o sofrimento, a tragédia sentida na pele há um mês. Meu amigo, que trinta dias difíceis. Descanse em paz.
Eu sinto tanto sua falta que às vezes perco até o rumo, parece que desconheço o meu caminho, a minha estrada. Este mês foi imensamente duro e complicado porque me senti sem força, repleto de desolação.
Talvez com o tempo as coisas mudem. Meu bom e eterno amigo, eu vou rezar pela sua alma todas as jornadas da minha vida. E vou honrá-lo e homenagear o melhor coração que algum dia conheci: o seu. Até um dia.
Eu posso viver mais quarenta, cinquenta ou até cem anos, mas eu tenho certeza que nunca irei me esquecer do meu tio que se foi há um mês. Ele foi um homem íntegro, muito especial, carinhoso.
É injusto ter de me despedir de quem não queria ter partido. Meu tio adorava viver, ele saboreava cada instante neste mundo. Espero que tenha vivido a vida do jeito que queria.
Espero também que tenha se realizado e que tudo tenha valido a pena. Sentirei infinitas saudades, tal como sinto desde há trinta dias. Que ele descanse em paz e eu consiga retomar minha vida.
Amigo, eu sinto tanto sua falta. Foi exatamente há um mês que você se foi para sempre. Acredite que foram os trinta dias mais lentos que já vivi em toda minha existência. Chorei muito e ainda choro, só queria que sua despedida foi um pesadelo.
Eu sei que não é, nunca será. A verdade é que a morte roubou você de mim. Como é difícil aceitar que a vida é tão frágil; que em um segundo estamos de bem com a vida e no próximo podemos estar desolados e perdidos como nunca.
Desde que você se foi, meu bom amigo, é assim que me sinto: sem rumo. Quem me dera encontrar força para sobreviver, para aceitar os terríveis desígnios da vida e da morte. Talvez no próximo mês eu me sinta mais forte; talvez. Até um dia, amigo.